domingo, 6 de novembro de 2011

absolutamente o título do blog (...) ...

Quero acordar do seu lado num domingo de manhã e saber que não temos hora para sair da cama. E, depois, ir tomar café na padaria e ler o jornal com você. Quero ouvir você me contar sobre o trabalho e falar detalhadamente de pessoas que eu não conheço, e nem vou conhecer, como se fossem meus velhos amigos. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar, daquele seu jeito metódico e perfeccionista, as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. E que pergunte se eu quero ver um DVD mais tarde. Quero tomar uma taça de vinho no fim do dia e deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado.Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele, mesmo sabendo que eu provavelmente não estarei lá. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Quero que você nunca perca de vista a música da sua existência, e que me prometa ter entendido que a felicidade não é um destino, mas a viagem. E que, por isso, teremos sido felizes pelos vários domingos na cama e pelos sonhos que comparilhamos enquanto olhávamos a lua. Que você acredite que não me deve nada simplesmente porque os amores mais puros não entendem dívida, nem mágoa, nem arrependimento.
Então, que não se arrependa. Da gente. Do que fomos. De tudo o que vivemos. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. Que termine com a sensação de ter me degustado por completo, mas como quem sai da mesa antes da sobremesa: com a impressão que poderia ter se fartado um pouco mais. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. E, por fim, que você continue a dançar na sala. Para sempre. Mesmo quando eu não estiver mais olhando...

a vida, e como ela esta...

Eu tinha um sonho, um ideal, uma meta...e esta foi realizada, alcançada. A mesma perdeu a graça, a importancia que tinha no um ano e meio de cursinho, hoje já não é mais tão importante. Sou inconstante, e ja mudei de opinião, acredito que o que mais tenho de válido hoje é isso. Ok, você que não me conhece não lê nas entrelinhas né, e nem é obrigado a fazer isso, então...estou falando sobre passar na faculdade. 
Deve ter lido ai em outros posts, em outros blogs meus, meu maior sonho, meta ou ideal como disse no incio era esse, passar no vestibular. E eu passei.
Numa das melhores faculdades de engenharia reconhecidas pelo MEC, na UTFPR. E era pra eu estar vivendo esse momento, o de festar, comemorar, estudar, conhecer novas pessoas, no meu novo lugar. E não é isso que sinto aqui.
Mas ontem...ah, ontem... Foi um dia típico de universitário aqui em Toledo, mas especificamente na Rep. Toca da Raposa. Acordamos no meio da tarde por volta das 16h..corremos pra aula pra pegar presença, sem aguentar meia hora na aula corremos para o bar, tomamos umas cocas, jogamos truco, acompanhei os meninos na distribuidora para comprar bebida para uma festa a noite. Corri no meu lugar de origem, onde eu lembro de onde vim para que tudo continue sendo como é, tipicamente sóbrio (hehehe), cheguei (correndo ainda) e parti para a festa para encontrar os guris. Curtimos loucamente a festa até o fim, voltei pra casa de carona deitada no banco de trás de gol em cima de mais ou menos umas 80 caixas de cerveja com um cara que conheci naquela noite, que estava pegando a minha vizinha. O cara (não me lembro o nome rs) nos deixou em casa e por morar a 60km daqui, decidiu ficar. E a festa não terminou, aliás, continuou aqui na Rep com a chegada de todos os moradores até que o dia amanhecesse (lembrando do horario de verão isso só ocorreu lá pras 7h), alguns iam para o Paraguai com as meninas de outra Rep, entao corremos ate a outra Rep para acordar as meninas, e a festa continuou la com um abastado café da manhã (café da manhã abastado para universitarios fora de casa se resume em leite, café, pão, bolachas e requeijão), voltamos para casa, trolamos os vizinhos que corriam de "pijama" pela rua devido ao alto indice de alcool no sangue (hahaha) roubamos alguns pertences pessoais deles. E enfim, lá pelas 9h dormimos...
Ufa, uma típica sexta universitaria né... Coisa que deixaria qualquer (adicto, arham) adolescente contente e satisfeito. E não é assim que me sinto.
Tenho o apartamento dos sonhos de qualquer adolescente, num condominio Republica, moro sozinha, tenho dinheiro para festar (e nem preciso trabalhar pra isso) e mesmo assim, não me sinto como deveria. Ou pelo menos como acho que deveria me sentir.
A felicidade de passar no vestiba não esta completa. Parece que falta algo.
Deve ser o carro, mas sei que ele vem por volta de 3 meses máximos ele estara na garagem. entao continuo sem saber da onde vem tanto vazio...
Quer dizer...até sei... O nome disso é Adicção...
Mas eu nem quero falar dela no momento. Enfim, mas um dia são 6:27 de um sábado, e eu estou aqui, sem sono nenhum, digitando, escrevendo, pensando...pra ninguem ler, repensar...ou sei lá o que...então, boa noite! essa é a minha vida, e como ela esta, hoje...

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Quero acordar do seu lado num domingo de manhã e saber que não temos hora para sair da cama. E, depois, ir tomar café na padaria e ler o jornal com você. Quero ouvir você me contar sobre o trabalho e falar detalhadamente de pessoas que eu não conheço, e nem vou conhecer, como se fossem meus velhos amigos. Quero ver você me olhar entre um gole de café e outro, sem nada para dizer, e apenas sorrir antes de voltar a folhar o caderno de cultura. Quero a sua mão no meu cabelo, dentro do carro, no caminho do seu apartamento. Quero deitar no sofá e ver você cuidar das plantas, escolher a playlist no ipod e dobrar, daquele seu jeito metódico e perfeccionista, as roupas esquecidas em cima da cama. E que, sem mais nem menos, você desista da arrumação, me jogue sobre a bagunça, me beije e me abrace como nunca fez antes com outra pessoa. E que pergunte se eu quero ver um DVD mais tarde. Quero tomar uma taça de vinho no fim do dia e deitar do seu lado na rede, olhando a lua e ouvindo você me contar histórias do passado.Quero escutar você falar do futuro e sonhar com minha imagem nele, mesmo sabendo que eu provavelmente não estarei lá. Quero que você ignore a improbabilidade da nossa jornada e fale da casa que teremos no campo. Quero que você a descreva em detalhes, que fale do jardim que construiremos, e dos cachorros que compraremos. E que faça tudo isso enquanto passa a mão nas minhas costas e me beija o rosto. Quero que você nunca perca de vista a música da sua existência, e que me prometa ter entendido que a felicidade não é um destino, mas a viagem. E que, por isso, teremos sido felizes pelos vários domingos na cama e pelos sonhos que comparilhamos enquanto olhávamos a lua. Que você acredite que não me deve nada simplesmente porque os amores mais puros não entendem dívida, nem mágoa, nem arrependimento.
Então, que não se arrependa. Da gente. Do que fomos. De tudo o que vivemos. Que você me guarde na memória, mais do que nas fotos. Que termine com a sensação de ter me degustado por completo, mas como quem sai da mesa antes da sobremesa: com a impressão que poderia ter se fartado um pouco mais. E que, até o último dia da sua vida, você espalhe delicadamente a nossa história, para poucos ouvintes, como se ela tivesse sido a mais bela história de amor da sua vida. E que uma parte de você acredite que ela foi, de fato, a mais bela história de amor da sua vida. E, por fim, que você continue a dançar na sala. Para sempre. Mesmo quando eu não estiver mais olhando

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Outra noite que se vai..

Outra noite que se vai, outro dia que se nasce...e dentre as entrelinhas algo que acontece, re-acontece e tudo, tudo, mas tudo mesmo, até o ar que adentra seus pulmões, tem consequencias.
Boas, ruins, melhores, piores..sei não..mas tem!
Insonia pelo terceiro dia consecutivo, janelas e portas travadas, são 5h da manhã!
ps. amanha tenho aula a tarde toda, e planejava ir ao centro as 8h..coisa que não vai mais acontecer..
planejei pra 3 pessoas me acordarem, fora o despertador que logo será desligado..talvez eu engane uma pra não ouvir o que não quero e fale a verdade pras outras duas..ou talvez minta, não sei ainda, deixa rolar.
Mas enfatizando o fato de não ouvir o que não quero, percebo que estou cada vez mais evitando que isso aconteça, consequentemente, mentindo mais, procrastinando mais, vivendo menos nos principios digamos assim, no real sentido da frase, saca ?
É, tá foda... Cada vez que faço algo que não sei que certo alguém não gostaria que eu fizesse eu minto, omito, desminto, invento, crio, reinvento...e por ai vai...Já estou quase refazendo aquele velho caderno de mentiras que possuia na ativa. O grande alvo? família e namorada...de fato, as pessoas que mais participam da minha vida hoje. enfim, cansei por hoje, amanha acordarei na hora da facul, fritarei um ovo e correrei pra aula...Aliás eu te contei que enfim passei na facul ? não me lembro, faz tempo que não volto aqui, pra escrever sem ninguem ler..rs..pra registrar talvez, não sei. Mas eu passei, estou cursando engenharia eletrônica numa facul federal de ponta, na ponta do Paraná, bem próximo da fronteira com Paraguai, Argentina e Bolívia...onde a droga é da boa, e corre solta...mas graças a Deus, hoje foi um dia bem sucedido..! Boa noite você que graças a falta do que fazer leu até aqui. Se cuida, e volta ai mais vezes...Bjus

domingo, 22 de maio de 2011

" Uma avalanche se aproxima cada vez mais da costa sul do país, pelo lado norte e promete atacar o pico central da cidade. " - frase minha para destacar a avalanche de sentimentos que esta a se aproximar do coração. A dor a ser inevitável, esta (ainda) evitável; bastando apenas cortar o mal pela raíz. E o feito é o contrário. Viver, e fazer a vida valer a pena. Correndo riscos e assumindo prejuizos. Errando e aprendendo. Se ferrando e vivendo. Viver. Não há nada melhor do que a cabeça cheia de coisas pra pensar, martelar, resolver....
" - ah, como eu adoro a masturbação mental!" é verdade... O ser humano é movido por emoção, por algo que a gere, a transmita. Um ato que não permita o acesso a ela não é tão bem vindo quanto o que a negue. E nao há nada melhor do que mil sms's num fim de final de semana movido por ela - a emoção. A de estar junto, do toque, do olhar, do riso encontrado, do ego engrandecido...e etecetera. Não há nada que eu mais goste do que sentir isso.
Como diria Almeida Garret:
" ...esta chama que alenta e consome,
Que é a vida - e que a vida destrói -
Como é que se veio a atear ?
E quando - ai quando se há de ela apagar? "
é bem isso, sábio Almeida, que já no século XX descrevia por poucas palavras e poesias as dores do amor. E nem precisava ser tipicamente romantico para tal coisa, bastava sentir e descrever. E é isso que faço,
apenas sinto e tento descrever.
E aliás, talvez ainda nem o sinta, mas descrevo; o meu ideal, a idealização de um tal sentimento, vulgo amor.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

"Mas...e se..."

Mas e se eu tivesse descido do carro, batido a porta e abandonado de vez toda aquela/esta sentimento/situação naquele dia ? E se eu não tivesse voltado? E se existisse orgulho? Talvez eu não estivesse passando por tudo isso agora, toda essa posse e ciúme sem fundamento. Mas enfim, não existe o "e se...", a vontade foi maior que o orgulho (na verdade nem existiu orgulho), o desejo e o tesão foram maiores que tudo; e eu voltei. E por mais que a próxima hora corrida foi de tortos olhares e toques não bem recebidos, no final, eu sabia que tudo se resolveria num horrível ou belíssimo 4x4, a meia luz. E de fato foi isso que aconteceu.
Era medo, ou apenas rejeição. E nós nos permitimos. Nos abrimos para novos ares, e eles adentraram. E agora? O que fazer quando algo dentro da gente diz pra pararmos de falar, deixar acontecer, e sentimos enfim que 'terminou'...? Que o silêncio pairou, e a mente já blinda todo pensamento que ousa aparecer por impulso, medo.
E dali a segundos, toda a decisão muda. Todo o rumo tomado na conversa muda, e logo após muda de novo. E eu, com um mês e tal...to começando a cansar. Não pensei que fosse acontecer tão rápido, mas tô começando a enlouquecer com tudo isso. E no final, eu sei que eu vou sofrer, porque sou sempre eu que fico no altar, olhando ansiosamente pra porta da igreja, "apreenssivamente" com medo de mais uma decepção. E eu sei que sou sempre eu, que me entrego demais, que vivo sempre o a mais, que sofro sempre extremo. Mas fazer o que então, deixar de viver? Jamais. Que restem então as coisas tão mais boas de você, os risos, o Ibirapuera, a loucura, o Km 23 da Imigrantes, cidades do litoral norte, e até o sufoco. Que se guardem e hoje, aguardem cada vez mais um pouco delas, e outras mais.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Afaste-se do amor ...

Me permiti ao acesso,- terrível, pequeno e enorme acesso - a tua vida por uns dias. É incrível como em uma semana tanta coisa acontece, muda e muda novamente! É incrível a minha capacidade de me deixar abalar por ti, por teus problemas, pela tua vida! É necessario mesmo hoje, agora, o celular desligado, sem bateria e dentro da bolsa de preferencia. É necessário o total afastamento de teus problemas, de tua cidade, de teus n°, de teus risos e tudo que diga respeito a ti. Pois eu me permiti envolver-me novamente numa historia em que não tinha lugar pra mim, e sendo franca e realista - Nunca teve!
E seguir a vida assim sem a dor do amor, pra mim é meio que sem graça (é, já é habitual sofrer por amor, quando não estou sofrendo por ele chego a me sinto estranha, verdade - pensa nisso - Não que o amor seja só a dor, e nem que a falta dele seje somente pela dor; a falta em que sinto é do amor por inteiro, do choro herdeiro da alegria, da dor e da saudade, do riso instantâneo em baixo do chuveiro....ah, o amor...)....  Então a decisão de hoje é essa! Já apertei o play! O coração está com encargos em aberto, a vida esta se apresentando tão feliz e livre quanto nunca...E agora é ver a noite brilhar e o sol nascer, só, sem você....sem ninguem...Só por hoje

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Desejo de'sconhecido

Preciso muito que alguma coisa muito muito boa aconteça na minha vida... alguma coisa, alguma pessoa, sejam elas quiasquer, mas que me traga novos sentimentos, novas dores, novas paixões, novos ares.
Acho que estou medo de não conseguir deixar que o passado seja passado, de aceitar verdades pela metade, de viver de ilusão! 
Eu preciso muito muito deixar acontecer o momento da renovação, trocar de pele, mudar de cor. Experimentar o novo, sentir o gosto e o medo do desconhecido.
Tenho sentido necessidades disso, não importa o quê, nem quem e muito menos como vem... Mais que seja novo, nem que sejam os problemas.

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Jogue pro alto....

.....se voltar é seu!
É incrivel a minha capacidade de mascarar os sentimentos! Oh capacitação feita no inferno, no mar dos afogados. Tudo, tudo mesmo, eu sei que ai passar, e você também sabe; e não somos classificados como sábios por sabermos um pouco sobre isso pois 'todo mundo' sabe. Um pouco de clichê para adoçar o dia - "Longe dos olhos - longe do coração" - E por falar em coração, o meu é o laboratório de um cientista louco varrido, criando sem parar monstruosos personagens que sempre acabam destruindo tudo.
Ele é uma planta carnívora morta de fome. E tem sido muito mais ultimamente um filme noir projetado num cinema de quinta categoria, onde a platéia joga pipoca na tela e vaia a historia repleta de marcas e clichês.
Voltando ao clichê - nem sempre segue a risca e nunca (generalizando mesmo) é imediato!
Um dia não é uma semana, uma semana não é um mês e um mês não é um ano. Respeite o tempo, ele é tão certo, não te remete duvidas sobre ele ainda né?
- Estou confusa hoje, triste, parasita, intransitória.......
Só sei que ouvi e gostei, "Jogue pro alto, se voltar é seu!" - posso dizer até que é sinônimo daquela outra "Deixe voar, se não voltar é porque nunca foi sua".
Frases de efeito - clichês - para efeitos do coração são boas, pra mim são boas.

Outros estados...

aqui, as vezes, penso

como a onda no mar,

vou, as vezes volto e vejo novamente que continua a andar

sem parar

e eu vou que vou,

chego a outros estados,

se me permitir,

logo chego a MG,

e graças aos costumes, sotaque(...)

logo me percebo e volto ao meu lugar

meu estado normal

que de fato, é instável..

olho novamente,

e é ainda o mesmo display

as entradas mudaram,

algumas saidas fecharam,

mas ainda não é o display que gostaria de ver

ainda..

e o tempo continua a andar..

constantemente em mesmo ritmo

PIpi(8)

-é ela!

agora sei que chego ao PA, facil..

facin,facin...